A França continua a desiludir na esgrima

A Espada individual masculina sorriu à Coreia do Sul através de Park Sang-young, ele que esteve afastado do circuito mundial devido a lesão e operação ao joelho em 14/15, mas regressou em grande e bate os franceses e restantes concorrentes para obter o máximo galardão, o ouro olímpico. A final foi de uma tremenda recuperação para ‘roubar’ o ouro ao húngaro Geza Imre.

De 41 anos, Geza Imre confirma a sua longevidade. Ele foi bronze em Atlanta 1996, conquistou a prata em Atenas 2004, na prova de equipas, e obtém agora a prata individual, 20 anos depois da subida ao pódio olímpico pela primeira vez! O húngaro já havia realizado um desempenho notável no último mundial para conquistar o título.

Gauthier Grumier de França já tinha ficado desolado com a prata mundial, falhando novamente o objectivo dourado e quedando-se pelo bronze. O excelente Yannick Borel, também de França, foi apenas 5.º.

O campeão de 2012, Ruben Limardo da Venezuela, ficou-se pela 21.ª posição, atrás do seu irmão mais novo Francisco, 16.º.

Apenas Elena Novikova-Belova havia arrecadado o ouro olímpico para a Rússia (então URSS) no Florete Individual Feminino, em 1968, ela que foi a primeira esgrimista feminina a conquistar quatro medalhas de ouro olímpicas. Em 2016 a russa Inna Deriglazova torna-se a segunda russa de sempre a conseguir o topo olímpico no florete individual, batendo na final a italiana Elisa di Francisca, numa repetição da final do Grande Prémio de Xangai.

A Itália, que tinha feito o pleno em 2012 com a equipa de sonho composta por Valentina Vezzali, tricampeã olímpica entre 2000 e 2008 e bronze de Londres, Arianna Errigo e Elisa di Francisca, a campeã que agora conquista a prata.

Arianna Errigo, líder do ranking, foi a desilusão deste vento, acabando em 9.ª.

O desenvolvimento tunisino na esgrima feminina continua a dar resultados e Ines Boubakri obteve o bronze, a primeira medalha para a Tunísia nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A França é que continua a desiludir na esgrima e volta a ficar fora das medalhas nesta prova, Thibus e Guyart foram 5.ª e 6.ª no florete individual feminino.

O sabre é um gosto magiar, masculino e feminino, notando-se isso perfeitamente no quadro histórico de medalhas. No Rio 2016 Aron Szilagyi defende o título de 2012 com sucesso e triunfa na final sobre o norte-americano Daryl Homer, a surpresa da prova. Na posição de bronze ficou o líder do ranking mundial, o sul-coreano Jung-hwan Kim.

As provas por equipas arrancaram com a Espada Feminina e finalmente a excelente Ana-Maria Branza, agora Popescu, tem um colectivo que a catapulta para o título olímpico, acompanhada por Loredana Dinu, Simona Gherman e Simona Pop. Depois das conquistas em Mundiais e Europeus eis que temos a Roménia no cimo colectivo da espada feminina.

Na final as romenas derrotaram as chinesas, campeãs em título. O bronze foi para a Rússia, que derrotou as surpreendentes estónias.

Campeãs nos I Jogos Europeus, celebraram com espargata.

 

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